Chicken at the Night

asdlkaçlkEsse blog é um registro do projeto Chicken at the Night - Belo Horizonte. O objetivo desse projeto é conhecer o que existe na noite de BH. Nenhum lugar pode ser deixado de lado, por mais bizarro, perigoso, fedorento ou caro que o lugar possa ser. Este não é um programa do People & Arts.

segunda-feira, maio 15, 2006

Paco Pigalle

Paco Pigalle (BH) - Dia 13/05 - Sábado

Depois de um periodo de pausa em função das imperdiveis festividades do 23 aniversário do Stadt Jever, o projeto Chicken At The Night é retomado.

Dessa vez a casa a ser explorada pelos integrantes foi o famoso Paco Pigalle. Bar intinerante (que muda de lugar de tempos em tempos, para os menos cultos) já tradicional da nossa cidade.

Muito bom o ambiente. Escuro. Musica boa a maior parte do tempo. Uma mulherada bonita e sem excesso de produção. Vista panoramica para a linha do metro.

Por falar em musica, não poderia deixar de falar, esse é o grande atrativo do local. Diz que esse tal de Paco Pigalle (sim, é o nome de uma pessoa) é um cara que de vez em quando viaja para lugares não convencionais e com isso tem acesso a uma grande diversidade de estilos musicais. É essa diversidade que ele procura mostrar na sua casa noturna.

Na entrada um corredor com mesas a direita que podem ser reservadas. No seu fim, a pista de dança e algo que, em tese, é um palco. Nesse palco acontece uns shows bizarros, tipo um travesti bem feio dublando uma musica do tipo "Divas". Ok.... Estamos lá para divertir mesmo. Deu para dar umas risadas.

Para os geeks, velhos (+ de 25) e saudosistas, no fundo do bar, existem algumas maquinas de fliperama da decada de 80. Jogos tipo Cadilacs and Dinosaurs. Niguem jogou fliperama nessa noite.

Preços
  • Entrada - 12,00
  • Cerveja long-neck - 3,00
  • Caipirínha - 6,00
  • Whisky 8 ~ 9,00 (olhei, mas esqueci... mas era por ai)

Dados técnicos:

  • Local: Contorno n. 2314, ao lado de um carrinho que vende cachorro quente e salgadinho
  • Estacionamento: Como chegamos a casa ainda estava vazia, paramos praticamente na porta. Mas não creio que mesmo em horario de pico seja dificil parar lá.
  • Seleção das música: Boa e diferente. Alguns deslizes (o cara tocou Khaled... francamente!!!), mas boa.
  • Qualidade técninca do som: normal
  • Iluminação: Simples.
  • Banheiros: Fedorento. Mas quem se importa. O importante é o alivio.
  • Decoração: O ambiente é muito favorecido pelo espaço. A vista para a linha de metro é realmente legal. Pena que não passava um trem a cada 2 minutos.


segunda-feira, maio 01, 2006

Bedrock

Bedrock (BH) - Noite de pagode/samba, dia 30/04 - Domingão

Chicken at the night fura a tradição e experimenta um novo ambiente num domingo, mas com a explicação que na segunda seguinte é feriado, afinal frango que é frango não sai no domingo normal.

Interessante o local. Grande, com ambientes para jogar sinuca, e um segundo andar que durante toda a noite nos perguntávamos que diabos tinha lá em cima, mas só nos prontificamos a descobrir quando alguém precisou ir no banheiro e após revirar todo o lugar, achou o bentido banheiro no tal segundo andar.

O segundo andar é uma concentração de mesas de sinuca e um pequeno hall com uns sofazinhos, bem legal pra sentar com a garota de interesse, e jogar aquela conversinha de final de noite ''Quer ir tomar um cafezinho lá em casa?''. Espelhado por todo o ambiente, folhas de papel pregadas nas paredes com nomes de mulheres e setas. Mas, ao contrario do que se pode pensar num primeiro momento, trata-se apenas de nomes de aniversáriantes do dia que reservaram espaços do bar para receber seus convidados. Ideia interessante!

A proporção macho/femea estava quase equilibrada, apesar que por uma análise estatística bastante vagabunda e sem preceitos matemáticos, achamos que tinha um pouco mais de homens que mulheres. Falando em mulheres, as características físicas delas, apreciadas por caras superficiais, eram bem interessantes. Tinha morenas, loiras, altas, baixas, a maioria no estilo patricinha, mas bem apetitosas.

Mas havia algumas fora do padrão de beleza. Como diria um amigo nosso - ''Mulheres gordas deviariam ser igual a elefantes: andar debaixo da terra''.

Em dado momento, verificamos novamente que John Nash é o cara e sabia o que dizia. Dois cidadões que provavelmente desconheciam a teoria de JN foram em cima das 2 tops de um grupo de 5. e levaram fora. Em seguida partiram para as outras que sobraram, terminando de comprovar a teoria do Equilíbrio de Nash.

A música, ao vivo, era de uma banda de pagode/samba, não tava ruim não, mas longe de ser uma grande banda de samba. Tocaram algumas músicas interessantes, como Djavan, apesar que a parte boa mesmo foi quando tocaram ''Claudinho e Buchecha'' que Deus o tenha em paz.

No intervalo da apresentação da banda de samba, para manter a coerência musical, tocou-se musicas de icones do samba brasileiro como, por exemplo, Black Eyed Peas e Mariah Carey. Nesse momento a galera mostrou seu gingado.

A noite acabou cedo, acho que o pessoal estava no espírito de domingo, então foi dando meia noite e pouco e já tinha gente indo embora. Depois de um tempo, acabamos nos juntamos a esse pessoal e tomamos o caminho de casa. Mas não sem antes dar uma rodada procurando por algum lugar aberto gratúito para encerrar a noite, fomos no Concervatório, na timbiras, mas o mesmo se encontrava cerrado.

Preços

  • Entrada - 10,00 + 5,00 consumação
  • Cerveja long-neck - 2,50
  • Caipirínha - 4,00
  • Whisky 8 - 6,00
  • Whisky 12 - 10,00

Dados técnicos:

  • Local: Gonçalves Dias, entre São Paulo e Av. Alvares Cabral.
  • Estacionamento: paramos na rua a uns 2 quarteirões, pois em frente tava lotado, avistamos um flanelinha, mas nenhum veio pra perto e quando fomos embora também não tinha nenhum cobrando.
  • Seleção das música: dentro do esperado de uma banda de pagode/samba, fizeram algumas adaptações de músicas de generos diferentes para um sambinha. Achei desonroso.
  • Qualidade técninca do som: normal
  • Iluminação: Lampadas normais incandescentes em alguns holofotes espalhados, com baixa intensidade, deixando o ambiente aconchegante.
  • Banheiros: Inovadores, pois trás a incrivel novidade de banheiros duplos: Cada banheiro (de um determinado genero) eram na verdade dois; um do lado do outro, com acessos indepedentes. Genial, embora de proposito desconhecido!
  • Decoração: Entrando lá parece que se está entrando em um pequeno condomínio de kitnets, com uma área comum, onde a moçada ficava dançando. Bonito local.